Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
Tablets to inspire the world´s poorest children to teach themselves to read

Is this great or what!?

Besides being a fan of the project "One lap top per child", I´m an absolut fan of Sugata Mitras' work concerningthe project "Hole in the wall".

In 1999 Sugata Mitra, in one of the poorest neighborhoods of India, installed an internet-connected computer and keyboard into a hole in a wall. Very quicly, in a matter of minuts, kids who did not know how to read or write were gathered around the computer using it, and finding ways to get online browsing. Negroponte said this showed the possibilities for self-taught literacy.

A mix of bot these great ideas is something that comes with great surprise and expectation. Negro Ponte the mentor behind "on lapt top per child" has anounced that it has been developed a tablet to to inspire the world’s poorest children to teach themselves to read using tablet computers. Similar to the first computers distributed, the tablets  are solar powered battery, water resistant, very durable!! The ability for children to teach themselves, and others, had been one of the most surprising aspects of the OLPC project to date

How amazing is this!? I'm amazed and thrilled for this to be happening!

 Video - Sugata Mitra 




Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011
Visual Complexity

Sharing the video of Manuel Lima talking about his project Visual Complexity. Sharing some highlighted aspects of his presentation (hilights which I'm sure will be changing along with my study on the subject).

+ The challenge behind Visual Complexity is making sense of data in any field we can think of.

+ Interactivity becomes very importante in data visualization (dataviz), because it allows you to cut information in portions visible at a single time, protecting the user from the overwhelming feeling of information overload.

+ Artists are going deep into programing, creating applications that engage the audiences, making the system more understandable and more interesting visually.

+ Aesthetics is an outcome of a dataviz project, being its goal to make a certain system more undersandable, which is different from digital art.

 (link to the video)

 




Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011
Evolução da Web

Quantas vezes reccorreste à informação sobre a Evolução da Web através de textos e mais textos e mais gráficos e imagens fixas? Evolution of the Web apresenta uma visualização intercativa do universo crescente da Web. Com faixas coloridas que representam a interação entre tecnologias e browsers. Muito útil e linda esta página :)

Evolution of Web




Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
CV em infographic

Já tenho o Curriculo Vitae em Infographic através do site Vizualize.me (ver imagem). O primeiro comentário ao mesmo foi: 'Só tens 4 círculos!?' Eis a vantagem e desvantagem de uma leitura imediata da informação! 

Um outro website de visualização do CV é o VisualResume




Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
Mapear cada cidade, cada bairro

Mapping America: every city, every block é uma ferramenta de visualização dos dados recolhidos através dos Censos Norte Americanos 2005 e 2009. Integra um projeto do jornal online New York Times, que tem produzido várias ferramentas de visualização de dados e informação. Os autores do Mapping America são, Matthew BlochShan Carter e Alan McLean. Impressionante neste mapa é poder visualizar mapas com uma só variável, como exemplo: população asiática ou população com grau de mestrado ou mais elevado.

 




Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
+ 1 Livro

Regresso ao trabalho após as férias de Agosto, de Sol, Mar, amigos, cinema, música, passeios, compras, gelados, contemplar horizontes. Mais um livro cuja leitura será essencial para o trabalho de tese. 

1) Visual Complexity: Mapping Patterns of Information, do autor Português Manuel Lima

 

 

Visual Complexity é o site criado por Manuel Lima, um espaço com interesse em ser um recurso para todos os interessados em  visualização de redes complexas. Através da sua página pessoaldeste site podemos ainda acompanhar o trabalho que desenvolveu no mestrado Fine Arts Design and Technology, em Nova York.




Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011
Livros: Visualização de Informação

Alguns livros que serão muito úteis para o trabalho a desenvolver :)

1) Information is Beautiful, do autor David McCandless.

2) Visualize this: The FlowingData Guide to Design, Visualization, and Statistics, do autor Nathan Yau

 

 

3) Beautiful Visualization: Looking at data Through the Eyes of Experts (Theory in Practice), editado por Julie Steele e Noah Iliinsky




Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011
Visualização de Informação: novo projeto

Novo projeto, nova aventura a desenvolver no projeto de tese. Será sobre a visualização de informação de dados relacionados com educação. Como em todo o processo de trabalho do ano curricular do programa doutoral, para esta nova etapa o importante é a atitude de uma curiosidade constante e uma persistência consciente ou inconsciente (vão ser ambas necessárias) para dominar uma nova área do conhecimento, sabendo que as dúvidas que tantas vezes parecem monumentais são uma parte bem-vinda do processo. 

Visualização de informação foi-me apresentada como uma novidade. Já usufruia dela, mas sem saber que era esse o nome que tinham as imagens que via. Agora parece que diariamente me cruzo com mapas, infographics, ferramentas interactivas que nos apresentam uma complexidade de dados como um jogo simples e divertido de manipular.

Penso que o vídeo TED talk em que David McCandless explica e exemplifica a beleza da visualização de dados, consegue comunicar muitíssimo bem como a visualização de informação diminui o tempo de acesso à informação, permitindo construir conhecimento sobre os dados complexos aos quais de outra forma seria muito pouco provavel acedermos, e como a estética nos auxilia na construção desse conhecimento. Ser um detective dos dados e desenhar os padrões encontrados nos conjuntos de dados é apresentado por McCandless como as competências para dominar este novo e fertil medium. Não requer esforço por parte de quem visualiza: a informação entra e é comparada com o alívio de encontrar uma clareira no meio de uma selva densa em vegetação, neste caso a selva densa dos dados e informação.

 

 

Espero regressar muitas vezes a este vídeo durante os próximos 2 anos, sobretudo quando na densidade e na rotina do trabalho necessitar de relembrar que a visualização de informação é área emergente e belíssima, com um potencial para a inovação, como já reflectem os inúmeros novos serviços online para a partilha de criações de visualização de informação, e suficientemente novo em educação para permitir um processo que se adivinha muito desafiador.




Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Good feelings

Neste momento sinto-me como na animação, a caminhar bem no percurso deste doutoramento (vou registar o momento para recordar nos momentos de stress).

 

At this moment, about my PhD walk, I feel like in this animation (I'll register the moment to return to in moments of stress).

 




Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011
Reflections about Networked Learning and PLE

In Networked Learning people learn within networks as a part of them, receiving and contributing to the creation of knowledge. The Social Web and the Web2.0 tools have certainly contributed importantly to this way of learning. RSS feeds and comunicating in an online open way through blogs, wikis, twitter, facebook, and many other tools, has provided the learner with an environment within which to interact and connect, demanding a continuous exercise of autonomy and responsibility in their use to learn.

In Wendy Drexlers paper "A Networked Learning Model for Construction of Personal Learning Environments in Seventh Grade Life Science" (2010), its stated that in the 7th grade class networked learning environment the students success depended highly on their motivation and teachers strategic guidance, adding that it would "require considerable teacher professional development and possibly a philosophy different from that of most current educators".This issue is very important for me as a teacher to reflect about. It is not easy to build a PLE, or I might say it was not easy for me. I started last year  (2010) in September to better understand what a PLE is, and to try and build my PLE. It was in one of the PhD class, and the tool asked for me to use was Netvibes. It was only then I truly understood the power of RSS feeds in updating me with all the content on the websites, blogs I consulted everyday or just randomly once in a while. I had used GoogleReader or Twitter to update some information, but to think I could have an open online space as a PLE was something new to me. I then began to search about PLEs in education, and soon enough I found the video 'Welcome to my PLE' with a 7th grader explaining how she built her PLE for Science class. The video is very good in showing how in the teaching practice we can integrate the PLE as a learning experience for the students, its very clear in showing how the student manages all the pages she consults for personal entertainment and school work. My first thought was that this must have been some special student achievement :)...could it be built by a 7th grader?! OK, lets have confidence on our 7th grade students :) The issue is that, it is possible! The questions are: Is it possible to apply Networked Learning in schools with large classes with students heterogeneous in the ability to use technology? My reflections take me to think that with numerous and heterogeneous classes the necessary balance demanded of the teacher between the necessary relinquish of their authority as intellectual managers and students autonomy, would be far greater and more difficult to obtain. In this type of learning its development lead to an increase of one-to-one or small group teacher facilitation, bigger classes will also have bigger difficulties to manage those supports in the frequency needed. Younger learners need more support in their learning, and the bigger the classes more computers will be used and consequently more technical support will be needed, and some frustration can lead to difficulties in students motivation towards this approach to learning.

On the other hand, a growing number of young learners outside formal education are using digital technologies, increasing their exercise for autonomy learning, autonomy to choose the tools that best suit their interests and needs to learn. This can facilitate the teachers challenge to integrate these tools in class and for the development of a PLE by students. Students are challenged to continue the learning process initiated in the classroom, and transfer that knowledge to the outside of school walls, or vice-versa, capable of developing their own PLE for all subjects of interest throughout their life, as a lifelong learner.




Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
Reflections about PLE tools

The definition of PLE I feel more connected to, is from Attwell, when he states that PLEs are the comprise of all the different tools we use everyday for learning formally and informally. Does this mean its every tool I use? Well...yes, why not? It seemed somewhat confusing and disperse the first time I thought about it, but after I tried to build up my own PLE by using Netvibes to aggregate all the feeds from the web places I was learning from or thought I would learn from, I began to understand how important was the idea of "all the different tools we use everyday". I felt that the Netvibes was one more tool, but not 'the' tool. I imagine a PLE as more organic, with an easy flow between the web references and tools I choose to aggregate and use. But as a teacher, I see Netvibes as one great tool to help me organize and aggregate content to share online with students.

To be more organic nowadays, I believe the person needs to be an excellent user of the tools. Maybe in a close by future, that excellence won't be necessary to go with the flow of online connected knowledge!

[Art Education is the topic for inquiry for me to build my PLE, in the PLEK12 course.]


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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
Begining of PLEK12

I will use this blog to publish my participation and reflections about the learning in the open course PLEK12. All related posts will have a PLEK12 tag. As soon as I find out how to share this link with the rest of the group I'll feel connected :)


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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011
Um início motivador

O início da unidade curricular 'Arquitecturas Cognitivas', do Programa Doutoral, apresenta um vídeo com uma estrevista feita a Michael  Wesch, sobre anti-teaching and how to engage today's students. Foi solicitado a cada aluno que fizesse um comentário relativamente a este vídeo.

 

O meu comentário:

Considero que o ideal de “teaching” é o que Wesch denomina como “Anti-teaching”: “inspiring good questions and not giving them (students) the answers”. Como professora do 2º ciclo do Ensino Básico não me é possível recordar a quantidade de vezes que entre alguns colegas esta questão foi falada, na qual se afirmou que “teaching” não é dar aos alunos todas as respostas, afirmando convictamente a necessidade de inspirar mais questões nos alunos. As questões são de facto muito importantes para motivar a aprendizagem, para a tornar significativa. A pergunta inicial colocada a Wesch é: "how do we learn in the Internet age?" E a resposta não se centra na tecnologia, mas centra-se na inteligência colectiva e nos processos que melhor beneficiam a aprendizagem: colaboração; participação. Centra-se na inter-relação entre as pessoas de uma comunidade educativa. Centra-se no respeito, admiração, “love” que se tem pelos alunos, reconhecendo que cada um é inteligente e que activamente contribuirá para o ambiente de aprendizagem. A ideia que as instituições precisam de criar espaços (físicos e online) onde as pessoas podem encontrar-se para partilhar ideias e inspirarem-se mutuamente, na minha opinião responde à forma como muitos alunos já procuram hoje os grupos/comunidades online para partilhar e construir experiências, ter a sua voz ouvida. Talvez até se aproxime do conceito dos espaços de tertúlia, mas tirá-los do “café” e trazê-los para a instituição :). Igualmente me parece fundamental que Wesch afirme que os ambientes de aprendizagem que “estão em todo o lado”, em todos os dispositivos através dos quais acedemos a esses espaços, não tornam a escola menos importante. A escola é importante porque a comunidade é a chave para a inteligência colectiva “nós”, para a conexões a outras pessoas. Até neste programa doutoral já sentimos a necessidade destes encontros presenciais no espaço físico da UA, que permitem um trabalho nos espaços online muito mais envolventes, motivados e produtivos. Concluo reafirmando que o que Wesch afirma como “anti-teaching” é o que idealizo como “teaching” em pleno. Viva o “anti-teaching” e todos os ambientes de aprendizagem físicos ou online que o sustentem :)

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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
A ...

A pensar desde à uns dias: como e o que será o PLE  de um artista? O atelier, o mundo, a sua imaginação, todas as suas ligações e emoções?

Ai Weiwei, diz que pensa a arte como uma ferramenta que prepara questões, que cria estruturas básicas que podem estar abertas a possibilidades...

A Web também pode ser entendida como uma ferramenta que permite preparar, criar, conectar questões, que cria estruturas de conhecimento e comunicação abertas a possibilidades...

...a pensar estas questões. Não sei ainda se é possível fazer alguma destas ligações entre PLE e artista, pois a primeira é um ambiente e o artista é um mundo.

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Since a few days I have been thinking: how and what is as artists PLE? The atelier, the world, his imagination, all his connections and feelings?

Ai Weiwei, says he thinks art as a tool to set up new questions, to create basic structures which can be open to possibilities.

The Web can also be understood as a tool that sets up, criates, connects questions, that creates structures of knowledge and communication open to possibilities...

...thinking about these questions. Have no idea if these connections between PLE and artists can be made, because the first one is an environment and an artist is a world.

 




Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010
PLE for k12 students

 Hoje marquei presente na sessão Elluminate PLENK2010 com a convidada Wendy Drexler, e sobre o tema Personal Learning Environment em escolas do ensino básico ao secundário (aceder ao slidshare da sessão). A abordagem de Drexler foi frontal e deu início à sessão abordando os obstáculos para a integração da tecnologia nas escolas destes níveis de ensino. Identificou a dificuldade de acesso à Internet, os filtros da Internet que bloqueiam sites, e os mais reveladores para mim, as crenças dos professores relativamente ao controlo e dos alunos sobre a aprendizagem. Para superar estes obstáculos, afirma que a integração da tecnologia é necessária em todas as aulas de modo a que seja possível lançar as bases para o PLE, pois actualmente os professores gastam muito tempo inicial para capacitar os alunos para a utilização das ferramentas web e para lhes apresentar os processos necessários para a construção de PLEs.

O exemplo do vídeo 'My PLE' (compartilhado antes da sessão) ilustra como pode ser um PLE construído por alunos do nível de ensino básico ao secundário, e no qual uma aluna do 7º ano explica como construiu o seu PLE.
Quais são os principais objectivos para um PLE, indicados por Wendy Drexler? A autonomia do aluno, a sua capacidade para ter mais responsabilidade e controle sobre a sua aprendizagem, a extensão da aprendizagem para além da sala de aula, e a criação da base estrutural para a aprendizagem contínua. Várias ferramentas podem ser utilizadas e geridas.

Algumas das dicas dadas para os professores que desejem trabalhar o PLE com os alunos na sala de aula, aproximam-se de algumas que certamente quem tenta integrar tecnologias na sala de aula já aprendeu como essenciais: fazer amizade com o administrador de rede na escola:); esperar dificuldades técnicas; desfrutar da experiência de aprendizagem compartilhada. Mas as são as seguintes dicas que na minha opinião as que constituem maior desafio: pôr de lado o controlo; comunicar aos pais as vantagens de aprendizagem; comunicar com os alunos sobre as expectativas do seu trabalho; ter um plano e comunicá-lo aos dirigentes escolares.
Com a explicação positivamente contagiosa feita por Wendy Drexler, conhecedora da realidade escolar e dos desafios para a integração da tecnologia, não parece complicado trabalhar o PLE. Acredito ser perfeitamente possível trabalhar o PLE na sala de aula do ensino básico ao secundário... uma realidade a qual espero poder vir a experimentar.

O meu próximo passo no universo dos PLE é tornar-me numa aluna activa do Open Course for educator around the World, PLE for inquiry in K-12 a iniciar em Fevereiro de 2011.

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I've just been present at the PLENK2010 Elluminate session with special guest Wendy Drexler. She talked about Personal Learning Environment in K-12 schools (here is the slidshare shown at the session). Wendy's approach began with a very forward talk about the hurdle to integration of technology in k-12 schools: difficulty of access to Internet, Internet filters that block websites, but most revealing to me was, the teacher beliefs about control and student beliefs about learning. In order to overcome those hurdles, technology integration is needed in every class so it is possible to lay the foundations for PLE. Teachers using PLE with students have to spend much time presenting the students to the skills and processes necessary to construct PLEs, and time consuming to solve the hurdles mentioned.

To illustrate with one example of what a PLE for K12 students can look like, the link to the video 'My PLE' was shared (prior to the session). This video shows a 7th grade student explaining how she built her PLE.

So what are the main goals for a PLE? Wendy Drexler, presented goals like student autonomy, the capacity for student to have more responsability and control of his/her learning, extension of learning beyond the classroom, and building foundation for long life learning. Several supporting tools can be used and managed.

Some of the tips for teacher that want to work with PLEs in the classroom are more or less what teachers that are already integrating technology do: make friends with the network administrator at school :), to expect technical difficulties and enjoy the shared learning experience. In my opinion the most challenging tip to meet is the one about relinquishing control, but from my experience I can testify that this challenge does create more engaging moments of teacher learner. The last tip is to communicate to parents the learning advantages, communicate with students about the expectations of their work, and last one to have a plan and communicate it to school leaders.

It seems easy doesn't it? Wendy Drexlers explanation was positively contagious, in my opinion mainly because of her knowledge of schools reality in the context of technology integration.

I believe its perfectly possible that PLE will grow in K12 classroms...grow yes, in the future towards which I will certainly contribute. My next step is to be an active student at the Open Course for educator around the World, PLE for inquiry in K-12 starting in February 2011.


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Segunda-feira, 8 de Novembro de 2010
Uma certa alegria...

Ao ler o post It's New it's New escrito por George Siemens, dei por mim a pensar: uhuuuu! alguém que questiona Ken Robinson!

Mas entenda-se que sou fã de Ken Robinson. Tenho 3 dos seus livros, sigo-o no twitter/facebook/RSS feeds, vejo e revejo as suas Ted Talks, e considero-o um comunicador brilhante sobre educação. Concordo na generalidade com tudo o que leio comunicado por ele, fico inspirada com uma vontade romântica de mudar o mundo, e reproduzo algumas das suas piadas e alguma informação.

Nunca me ocorreu questionar o que foi comunicado por Ken Robinson, e mesmo concordando podia ter questionado!

A primeira crítica de Siemens vai para as ideias veiculadas também no discurso de Ken Robinson sobre criatividade (e com o qual  toda a gente parece sempre concordar), no qual se fala sobre a preparação das pessoas com as capacidades necessárias para o século XXI, para o emprego e a tecnologia que ainda não foram criados, e para resolver os problemas que ainda não foram previstos, apresentando a actual geração como única.  E questiona (afirmando) se de facto todas as gerações anteriores também não fizeram o mesmo? 

Refere também que se uma reforma educacional for definida como uma reacção contra a realidade actual, levará apenas a ganhos a curto prazo. E faz seguir uma lista com 6 itens sobre as capacidades do educador para o séc.XXI (e qualquer século) deve ter: competência técnica; experimentação; autonomia; criação; brincar (play); desenvolver a capacidade para a complexidade.

Numa primeira leitura a capacidade de play é a mais atractiva ...mas pensando bem, todos os melhores professores que eu sempre tive e tenho têm essa capacidade! Em verdade a capacidade que poderá conter o maior desafio será a capacidade para a complexidade.

...Por fim, continuei a pensar "uhuuuu! alguém que questiona Ken Robinson!", e estou feliz com este simples e complexo exercício.

 

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After reading Siemen's post It's New it's New, found myself thinking: uhuuuu! someone questions Ken Robinson!

But understand that I am a Ken Robinson fan. Have 3 of his books, follow him on twitter/facebook/RSS feeds, see his Ted talks, and consider him a brilliant communicator about education. I agree in general with everything he states, I'm inspired by a romantic desire to change the world, and reproduce some of his jokes and information.

Never occurred to me to question Ken Robinsons statements, and even agreeing I could have questioned! 

One of Siemens first critics focosus on the idea also present in Ken Robinsons speech about creativity in school (and with whih everyaone always seems to agree), about the need to prepare for XXI century skills needed for the jobs and technologys that have bot yet been created, and to solve problems not yet foreseen, and presenting the actual generation as 'astonishing unique'. He asks if all the generations before haven't done the same?

He also states that if an educational reform is defined reacting against current reality, there will only be short term gain. Goes on presenting a list of skills educators of any era shoul have, including the ones in the 21st century: technical competence; experimentation; autonomy; creation; play; developing capacity for complexity.

After a first reading,play seems the most atractive capacity...but refining my thinking, all the best teachers I ever had and have, they play! So the biggest challeng may be the capacity for complexity.

... so I continued to find myself thinking "uhuuuu! someone questions Ken Robinson!", happy with this simple and complex exercise.




Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010
PLE na sala de aula

Estou imbuída na leitura sobre Personal Learnin Environment na sala de aula com alunos do nível K-12, e pelo que percebo a abrangência de idades é grande - dos 6 aos 18. O artigo de Wendy Drexler está-me a dar que pensar! O estudo referido no artigo abrangeu alunos com idades entre os 15 e os 18 anos.

Interessa-me também perceber o trabalho que está na base do vídeo divulgado por Wendy Drexler, no qual uma aluna do 7º ano (12-13 anos) explica como construiu o seu PLE para a aula de ciência

Espero ter todas as questões que me estão a acompanhar nestas leituras bem "baralhadas" até ao final do dia para as poder partilhar por aqui :)

 

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I'm steeped in readings about Personal Learning Environments in the classroom of grades k-12. Wendy Drexler's paper is giving me something to think about! The study refers to a study with students between 15 to 18 years of age.

I'm also interested in realizing the work behind de video, in which a 7th grade student explains how she built a PLE for science class.

I hope to have all the questions, that these readings are suggesting, "shuffled" until the end of the day, so I'm able to share them here:)


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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
Personal Learning Environment

Desde o meu primeiro ano de escola que tenho a necessidade de ilustrar conceitos com um exemplo em contexto real ou então fazer um desenho. O mesmo aconteceu com o conceito de Personal Learning Environment (PLE)/Ambiente Pessoal de Aprendizagem. Como é que as plataformas de participação online poderiam ser utilizadas como um PLE? Percebi quando vi o video onde Wesch explica e ilustra como criou um espaço Netvibes  com os alunos, como o utiliza e quais as ferramentas que lhes permitem trabalhar colaborativamente online  (versão longa do vídeo)

 [video1]

 OK, criei um espaço netvibes como um PLE (trabalho para a unidade curricular TCEdu), e até aqui encantada. Mas as questões começam a surgir : e agora como dinamizo este espaço? só posso agregar e não editar? este é mais um espaço onde tenho que decidir o que mantenho privado? alunos mais novos conseguiriam organizar um espaço destes sozinhos, sem divagarem para agregações de páginas que não estão relacionadas com a "matéria"? como é que o professor controla o que o aluno agrega?  

Pesquiso até que encontro este video, e mais uma vez encantada com o exemplo em contexto.

[video2] 

 

 Agora parece que percebo bem. Mas... parece tão fácil! Nada com alunos tão jovens é sempre tão simples e calmamente organizado na minha opinião...e começam novamente as questões...

 

Since my first year of school I have had the need to illustrate concepts with examples of real life context or make a drawing. The same happened with the concept of Personal Learning Environment (PLE). How can online platforms be used as a PLE? I understood it when I saw the video where Wesch explains how he created a Netvibes space with his students, how he uses it and which tools are used to work collaboratively online (longer version of the video).

[Video1]

OK, I created a netvibes space as a PLE (for a class). But questions began to emerge: how to make it a dynamic space? can I only agregate and not edit? is this one more space where I have to decide what is public and private? can younger students, alone, organize a space like this without wondering? how does the teacher control what the student aggregates?

I keep on searching and find this video, and once again I like the example in context.

[video2]

Now it seems that I understand it well. But...it seems so easy! In my opinion, with students that age nothing is so simple and calm...and questions arise again...


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Domingo, 31 de Outubro de 2010
O início do martapinto.blogs.ua

Olá a todos :)

Este blog será o meu diário de bordo do processo de aprendizagem / descobertas como aluna do Programa Doutoral Multimédia em Educação 2010.

Partilho com todos, que este início de ano curricular está a superar em tudo as minhas expectativas. Progressivamente sinto que encontrei a "minha" área de investigação.




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