Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
A ...

A pensar desde à uns dias: como e o que será o PLE  de um artista? O atelier, o mundo, a sua imaginação, todas as suas ligações e emoções?

Ai Weiwei, diz que pensa a arte como uma ferramenta que prepara questões, que cria estruturas básicas que podem estar abertas a possibilidades...

A Web também pode ser entendida como uma ferramenta que permite preparar, criar, conectar questões, que cria estruturas de conhecimento e comunicação abertas a possibilidades...

...a pensar estas questões. Não sei ainda se é possível fazer alguma destas ligações entre PLE e artista, pois a primeira é um ambiente e o artista é um mundo.

---

Since a few days I have been thinking: how and what is as artists PLE? The atelier, the world, his imagination, all his connections and feelings?

Ai Weiwei, says he thinks art as a tool to set up new questions, to create basic structures which can be open to possibilities.

The Web can also be understood as a tool that sets up, criates, connects questions, that creates structures of knowledge and communication open to possibilities...

...thinking about these questions. Have no idea if these connections between PLE and artists can be made, because the first one is an environment and an artist is a world.

 




Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010
PLE for k12 students

 Hoje marquei presente na sessão Elluminate PLENK2010 com a convidada Wendy Drexler, e sobre o tema Personal Learning Environment em escolas do ensino básico ao secundário (aceder ao slidshare da sessão). A abordagem de Drexler foi frontal e deu início à sessão abordando os obstáculos para a integração da tecnologia nas escolas destes níveis de ensino. Identificou a dificuldade de acesso à Internet, os filtros da Internet que bloqueiam sites, e os mais reveladores para mim, as crenças dos professores relativamente ao controlo e dos alunos sobre a aprendizagem. Para superar estes obstáculos, afirma que a integração da tecnologia é necessária em todas as aulas de modo a que seja possível lançar as bases para o PLE, pois actualmente os professores gastam muito tempo inicial para capacitar os alunos para a utilização das ferramentas web e para lhes apresentar os processos necessários para a construção de PLEs.

O exemplo do vídeo 'My PLE' (compartilhado antes da sessão) ilustra como pode ser um PLE construído por alunos do nível de ensino básico ao secundário, e no qual uma aluna do 7º ano explica como construiu o seu PLE.
Quais são os principais objectivos para um PLE, indicados por Wendy Drexler? A autonomia do aluno, a sua capacidade para ter mais responsabilidade e controle sobre a sua aprendizagem, a extensão da aprendizagem para além da sala de aula, e a criação da base estrutural para a aprendizagem contínua. Várias ferramentas podem ser utilizadas e geridas.

Algumas das dicas dadas para os professores que desejem trabalhar o PLE com os alunos na sala de aula, aproximam-se de algumas que certamente quem tenta integrar tecnologias na sala de aula já aprendeu como essenciais: fazer amizade com o administrador de rede na escola:); esperar dificuldades técnicas; desfrutar da experiência de aprendizagem compartilhada. Mas as são as seguintes dicas que na minha opinião as que constituem maior desafio: pôr de lado o controlo; comunicar aos pais as vantagens de aprendizagem; comunicar com os alunos sobre as expectativas do seu trabalho; ter um plano e comunicá-lo aos dirigentes escolares.
Com a explicação positivamente contagiosa feita por Wendy Drexler, conhecedora da realidade escolar e dos desafios para a integração da tecnologia, não parece complicado trabalhar o PLE. Acredito ser perfeitamente possível trabalhar o PLE na sala de aula do ensino básico ao secundário... uma realidade a qual espero poder vir a experimentar.

O meu próximo passo no universo dos PLE é tornar-me numa aluna activa do Open Course for educator around the World, PLE for inquiry in K-12 a iniciar em Fevereiro de 2011.

---------

I've just been present at the PLENK2010 Elluminate session with special guest Wendy Drexler. She talked about Personal Learning Environment in K-12 schools (here is the slidshare shown at the session). Wendy's approach began with a very forward talk about the hurdle to integration of technology in k-12 schools: difficulty of access to Internet, Internet filters that block websites, but most revealing to me was, the teacher beliefs about control and student beliefs about learning. In order to overcome those hurdles, technology integration is needed in every class so it is possible to lay the foundations for PLE. Teachers using PLE with students have to spend much time presenting the students to the skills and processes necessary to construct PLEs, and time consuming to solve the hurdles mentioned.

To illustrate with one example of what a PLE for K12 students can look like, the link to the video 'My PLE' was shared (prior to the session). This video shows a 7th grade student explaining how she built her PLE.

So what are the main goals for a PLE? Wendy Drexler, presented goals like student autonomy, the capacity for student to have more responsability and control of his/her learning, extension of learning beyond the classroom, and building foundation for long life learning. Several supporting tools can be used and managed.

Some of the tips for teacher that want to work with PLEs in the classroom are more or less what teachers that are already integrating technology do: make friends with the network administrator at school :), to expect technical difficulties and enjoy the shared learning experience. In my opinion the most challenging tip to meet is the one about relinquishing control, but from my experience I can testify that this challenge does create more engaging moments of teacher learner. The last tip is to communicate to parents the learning advantages, communicate with students about the expectations of their work, and last one to have a plan and communicate it to school leaders.

It seems easy doesn't it? Wendy Drexlers explanation was positively contagious, in my opinion mainly because of her knowledge of schools reality in the context of technology integration.

I believe its perfectly possible that PLE will grow in K12 classroms...grow yes, in the future towards which I will certainly contribute. My next step is to be an active student at the Open Course for educator around the World, PLE for inquiry in K-12 starting in February 2011.


tags:


Segunda-feira, 8 de Novembro de 2010
Uma certa alegria...

Ao ler o post It's New it's New escrito por George Siemens, dei por mim a pensar: uhuuuu! alguém que questiona Ken Robinson!

Mas entenda-se que sou fã de Ken Robinson. Tenho 3 dos seus livros, sigo-o no twitter/facebook/RSS feeds, vejo e revejo as suas Ted Talks, e considero-o um comunicador brilhante sobre educação. Concordo na generalidade com tudo o que leio comunicado por ele, fico inspirada com uma vontade romântica de mudar o mundo, e reproduzo algumas das suas piadas e alguma informação.

Nunca me ocorreu questionar o que foi comunicado por Ken Robinson, e mesmo concordando podia ter questionado!

A primeira crítica de Siemens vai para as ideias veiculadas também no discurso de Ken Robinson sobre criatividade (e com o qual  toda a gente parece sempre concordar), no qual se fala sobre a preparação das pessoas com as capacidades necessárias para o século XXI, para o emprego e a tecnologia que ainda não foram criados, e para resolver os problemas que ainda não foram previstos, apresentando a actual geração como única.  E questiona (afirmando) se de facto todas as gerações anteriores também não fizeram o mesmo? 

Refere também que se uma reforma educacional for definida como uma reacção contra a realidade actual, levará apenas a ganhos a curto prazo. E faz seguir uma lista com 6 itens sobre as capacidades do educador para o séc.XXI (e qualquer século) deve ter: competência técnica; experimentação; autonomia; criação; brincar (play); desenvolver a capacidade para a complexidade.

Numa primeira leitura a capacidade de play é a mais atractiva ...mas pensando bem, todos os melhores professores que eu sempre tive e tenho têm essa capacidade! Em verdade a capacidade que poderá conter o maior desafio será a capacidade para a complexidade.

...Por fim, continuei a pensar "uhuuuu! alguém que questiona Ken Robinson!", e estou feliz com este simples e complexo exercício.

 

--------------

After reading Siemen's post It's New it's New, found myself thinking: uhuuuu! someone questions Ken Robinson!

But understand that I am a Ken Robinson fan. Have 3 of his books, follow him on twitter/facebook/RSS feeds, see his Ted talks, and consider him a brilliant communicator about education. I agree in general with everything he states, I'm inspired by a romantic desire to change the world, and reproduce some of his jokes and information.

Never occurred to me to question Ken Robinsons statements, and even agreeing I could have questioned! 

One of Siemens first critics focosus on the idea also present in Ken Robinsons speech about creativity in school (and with whih everyaone always seems to agree), about the need to prepare for XXI century skills needed for the jobs and technologys that have bot yet been created, and to solve problems not yet foreseen, and presenting the actual generation as 'astonishing unique'. He asks if all the generations before haven't done the same?

He also states that if an educational reform is defined reacting against current reality, there will only be short term gain. Goes on presenting a list of skills educators of any era shoul have, including the ones in the 21st century: technical competence; experimentation; autonomy; creation; play; developing capacity for complexity.

After a first reading,play seems the most atractive capacity...but refining my thinking, all the best teachers I ever had and have, they play! So the biggest challeng may be the capacity for complexity.

... so I continued to find myself thinking "uhuuuu! someone questions Ken Robinson!", happy with this simple and complex exercise.




Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010
PLE na sala de aula

Estou imbuída na leitura sobre Personal Learnin Environment na sala de aula com alunos do nível K-12, e pelo que percebo a abrangência de idades é grande - dos 6 aos 18. O artigo de Wendy Drexler está-me a dar que pensar! O estudo referido no artigo abrangeu alunos com idades entre os 15 e os 18 anos.

Interessa-me também perceber o trabalho que está na base do vídeo divulgado por Wendy Drexler, no qual uma aluna do 7º ano (12-13 anos) explica como construiu o seu PLE para a aula de ciência

Espero ter todas as questões que me estão a acompanhar nestas leituras bem "baralhadas" até ao final do dia para as poder partilhar por aqui :)

 

-----

 

I'm steeped in readings about Personal Learning Environments in the classroom of grades k-12. Wendy Drexler's paper is giving me something to think about! The study refers to a study with students between 15 to 18 years of age.

I'm also interested in realizing the work behind de video, in which a 7th grade student explains how she built a PLE for science class.

I hope to have all the questions, that these readings are suggesting, "shuffled" until the end of the day, so I'm able to share them here:)


tags:


Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
Personal Learning Environment

Desde o meu primeiro ano de escola que tenho a necessidade de ilustrar conceitos com um exemplo em contexto real ou então fazer um desenho. O mesmo aconteceu com o conceito de Personal Learning Environment (PLE)/Ambiente Pessoal de Aprendizagem. Como é que as plataformas de participação online poderiam ser utilizadas como um PLE? Percebi quando vi o video onde Wesch explica e ilustra como criou um espaço Netvibes  com os alunos, como o utiliza e quais as ferramentas que lhes permitem trabalhar colaborativamente online  (versão longa do vídeo)

 [video1]

 OK, criei um espaço netvibes como um PLE (trabalho para a unidade curricular TCEdu), e até aqui encantada. Mas as questões começam a surgir : e agora como dinamizo este espaço? só posso agregar e não editar? este é mais um espaço onde tenho que decidir o que mantenho privado? alunos mais novos conseguiriam organizar um espaço destes sozinhos, sem divagarem para agregações de páginas que não estão relacionadas com a "matéria"? como é que o professor controla o que o aluno agrega?  

Pesquiso até que encontro este video, e mais uma vez encantada com o exemplo em contexto.

[video2] 

 

 Agora parece que percebo bem. Mas... parece tão fácil! Nada com alunos tão jovens é sempre tão simples e calmamente organizado na minha opinião...e começam novamente as questões...

 

Since my first year of school I have had the need to illustrate concepts with examples of real life context or make a drawing. The same happened with the concept of Personal Learning Environment (PLE). How can online platforms be used as a PLE? I understood it when I saw the video where Wesch explains how he created a Netvibes space with his students, how he uses it and which tools are used to work collaboratively online (longer version of the video).

[Video1]

OK, I created a netvibes space as a PLE (for a class). But questions began to emerge: how to make it a dynamic space? can I only agregate and not edit? is this one more space where I have to decide what is public and private? can younger students, alone, organize a space like this without wondering? how does the teacher control what the student aggregates?

I keep on searching and find this video, and once again I like the example in context.

[video2]

Now it seems that I understand it well. But...it seems so easy! In my opinion, with students that age nothing is so simple and calm...and questions arise again...


tags:


.mais sobre mim
.pesquisar neste blog
 
.posts recentes

. Tablets to inspire the wo...

. Visual Complexity

. Evolução da Web

. CV em infographic

. Mapear cada cidade, cada ...

. + 1 Livro

. Livros: Visualização de I...

. Visualização de Informaçã...

. Good feelings

. Reflections about Network...

.arquivos

. Novembro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Fevereiro 2011

. Novembro 2010

. Outubro 2010

.tags

. todas as tags

.links
.participar

. participe neste blog

blogs SAPO
.subscrever feeds